INFORMAÇÃO - ENVIOS    


{ACTUALIZAÇÃO 16.03.2020}

Informamos que dadas as dificuldades no acesso aos diversos postos dos CTT e elevado risco de exposição ao contágio

não iremos proceder a envios registados ou com pagamento na entrega durante tempo indeterminado.

Em alternativa, e até informação em contrário, publicada aqui, iremos proceder a envios em correio verde

(em todos os artigos excepto estatuetas e grelhas de cristais), sendo que os portes serão ajustados a este tipo de envio.

De salientar que o correio verde não tem registo e embora os extravios sejam pouco comuns, devem ser tidos em conta tal como possíveis atrasos nas entregas.

Pedimos a vossa compreensão para a medida tomada que não é a ideal mas, de momento, é a única que não nos coloca em risco (e a todos)

e a mais viável para que continuem a receber as vossas ferramentas de meditação e oração.


"Estamos todos juntos. Somos todos UM"


Gratidão 🙏 💗


Chakra Cardíaco


Chakra Cardíaco - O centro do amor

Amor • Compaixão

EU AMO


Nome ocidental: Chakra Cardíaco ou Chakra do Coração

Nome sânscrito: Anahata

Cor: Verde

Localização: No centro do peito

Princípio fundamental: Devoção e Libertação do Eu

Elemento espiritual: Ar

Mantra: YAM

Cristais associados: quartzo rosa, atacamite, quartzo aura rosa, amazonite, calcite rosa, malaquite, obsidiana verde, peridoto, quartzo arco-íris, turmalina verde, apofilite verde, rodonite, turmalina verde, crisocola, jaspe verde, crisópraso, rodocrosite, larimar, jade, aventurina verde

Óleos essenciais: alecrim, sândalo, ylang ylang, rosas, jasmim, olíbano, camomila, manjerona, lavanda, flor de laranjeira, hissopo, melissa, erva dos anjos

Alimentos associados: espargos, abacate, manjericão, erva de cevada, brócolos, couve de bruxelas, coêntros, pepino, maçã verde, chlorella, uvas verdes, chá verde, couve, kiwi, lima, orégãos, salsa, hortelã, chá de matcha, ervilhas, rosmaninho, espinafre, spirulina, estragão, tomilho, courgette, beterraba

Actividades físicas associadas: dançar, yoga

O Chakra Cardíaco é o quarto dos 7 principais chakras.

Este chakra é a central de energia mediana do sistema energético humano. Sendo o chakra do meio, medeia entre o corpo e o espírito e determina a sua saúde e força. A energia do quarto chakra é emocional por natureza e ajuda a promover o nosso desenvolvimento emocional. Personifica a lição espiritual que nos ensina a agir a partir do amor e da compaixão e a reconhecer que a energia mais poderosa que temos é o amor.


Funções

Este chakra contém o amor, a tolerância, a compaixão, a gratidão, a harmonia, o sentido de pertencer a um grupo, a empatia, o romance, a alegria discreta, a unidade, a família, o amor-próprio, a integração de várias partes da personalidade, trabalhar em benefício da família, a capacidade de dizer "sim" com sinceridade, unir conscientemente o espiritual e o material.


Ligação energética ao corpo físico

Coração e aparelho circulatório, costelas, seios, pulmões, ombros, braços mãos, diafragma. Está associado à glândula timo.


Ligação energética ao corpo emocional/mental

Este chakra corresponde às nossas percepções emocionais, que determinam a qualidade das nossas vidas muito mais do que as nossas percepções mentais. Em crianças, reagimos às circunstâncias com um leque de emoções: amor, compaixão, confiança, esperança, desespero, ódio, inveja e medo. Em adultos, somos desafiados a gerar no nosso íntimo um clima de estabilidade emocionais a partir dos quais podemos agir conscientemente e com compaixão.


Ligação simbólica/perceptiva

Mais do que qualquer outro chakra, o chakra cardíaco representa a nossa capacidade de " entregar tudo nas mãos de Deus". Com a sua energia, aceitamos os nossos desafios emocionais pessoais como extensões de um plano Divino, que tem como objectivo a nossa evolução consciente. Ao libertarmos o nosso sofrimento emocional, desligando-nos da nossa necessidade de saber por que razão as coisas aconteceram como aconteceram, alcançamos um estado de tranquilidade. Para conseguir essa paz interior, contudo, temos de adoptar a energia curativa do perdão e abandonar a nossa necessidade inferior de justiça humana e auto-determinada.


Medos primários

Medos da solidão, do compromisso e de "seguir o próprio coração". Medo ou incapacidade de se proteger emocionalmente. Medo da fraqueza emocional e da traição. A perda de energia do quarto chakra pode dar origem ao ciúme, ao azedume, à raiva, ao ódio e à incapacidade de perdoar aos outros e a si próprio.

Pontos fortes primários

Amor, perdão, compaixão, dedicação, inspiração, esperança, confiança e capacidade de se curar a si próprio e aos outros.


Verdade sagrada

O amor é poder Divino.

Apesar de a inteligência ou "energia mental" ser geralmente considerada superior à energia emocional, na realidade a energia emocional é o verdadeiro motivador do corpo e espírito humanos. O amor na sua forma mais pura - amor incondicional - é a substância do Divino, com a sua capacidade infindável de nos perdoar e de responder às nossas preces. Os nossos próprios corações foram concebidos para expressar beleza, compaixão, perdão e amor. É contra a nossa natureza espiritual agir de outra maneira.

Não nascemos fluentes no amor mas passamos a vida a aprender sobre o amor. A sua energia é poder puro. Somos tão atraídos pelo amor como intimidados por ele. Somos motivados pelo amor, controlados por ele, inspirados por ele, curados por ele e destruídos por ele. Cada um dos desafios da vida é uma lição sobre um aspecto qualquer do amor. O modo como reagimos a esses desafios é registado nos nossos tecidos celulares, vivemos dentro das consequências biológicas das nossas escolhas biográficas.


Aprender o Poder do Amor

Porque o amor tem tanto poder, vamos conhecendo esta energia por fases. Cada fase apresenta uma lição sobre a intensidade e as formas do amor: perdão, compaixão, generosidade, bondade, cuidar de si próprio e dos outros.

As fases seguem o padrão dos nossos chakras: começamos por aprender o amor dentro na nossa tribo, absorvendo as muitas expressões da sua energia dos nossos familiares. O amor tribal pode ser incondicional, mas geralmente comunica a expectativa de lealdade e apoio tribal. No panorama tribal, o amor é uma energia que é partilhada entre a própria espécie.

Quando o segundo chakra, o sacral, desperta e aprendemos os laços da amizade, o amor cresce para incluir "estranhos". Expressamos o amor partilhando com outros e cuidando de outros a quem não estamos ligados pelo sangue. Quando desperta o nosso terceiro chakra, o plexo solar, descobrimos o amor pelas coisas exteriores, pelas nossas necessidade pessoais, físicas e materiais, que podem incluir actividades desportivas ou académicas, moda, encontros e namoros, ocupações profissionais e domésticas, e o corpo. Estes três chakras envolvem, todos eles, o amor no mundo exterior. Até determinado ponto da nossa civilização, estas três práticas do amor eram tudo o que a vida exigia. Muito poucas pessoas precisavam de mais do que o amor tribal e entre parceiros. Com o advento da psicoterapia e o movimento da espiritualidade, todavia, o amor passou a ser reconhecido como uma força que influencia e talvez determine a actividade biológica. O amor ajuda-nos a curar os outros e a nós próprios.

As crises da vida que envolvem questões amorosas no seu âmago - divórcio, morte de um ente querido, violência emocional, abandono, adultério - são frequentemente causa de uma doença e não apenas um acontecimento que a precede por coincidência. A cura física requer muitas vezes, e pode exigir, a cura de questões emocionais.

A expressão "se não consegues gostar de ti próprio, não consegues gostar de mais ninguém" é um lugar comum. No entanto, para muitas pessoas, gostar de si próprio continua a ser uma noção vaga, que muitas vezes praticamos de formas materiais - através de compras exageradas ou férias caríssimas. Mas recompensar-se com viagens e brinquedos é um amor do terceiro chakra - utilizar o prazer físico para expressar apreço por si próprio. Embora este tipo de recompensa seja agradável, pode obstruir o nosso contacto com as vibrações emocionais mais profundas do coração, que emergem quando precisamos de avaliar uma relação, um emprego, ou qualquer outra circunstância perturbadora que nos afecte a saúde. Amar-se a si próprio como desafio do chakra cardíaco significa ter coragem de escutar as mensagens emocionais e as directrizes espirituais do coração. O arquétipo para o qual o coração nos guia mais frequentemente para a cura é o da "criança ferida".

A "criança ferida" dentro de cada um de nós contém os padrões emocionais feridos ou mutilados da nossa juventude, padrões de recordações dolorosas, atitudes negativas e de imagens disfuncionais de nós próprios. Inconscientemente, podemos continuar a operar dentro desses padrões em adultos, ainda que de uma nova forma. O medo do abandono, por exemplo, transforma-se em ciúme. A imagem negativa de si própria de uma criança pode vir a tornar-se mais tarde fonte de disfunções tais como anorexia, obesidade, alcoolismo e outras dependências, assim como o medo obsessivo do fracasso. Estes padrões podem, prejudicar as nossas relações emocionais, as nossas vidas pessoais e profissionais, e a nossa saúde. Amar-se a si próprio começa por confrontar esta força arquetípica da psique e destronar a influência da criança ferida sobre nós. Se não forem curadas, as feridas mantêm-nos a viver no passado.

As energias do chakra cardíaco impelem-nos no sentido da maturidade espiritual, para além de um diálogo progenitor-filho com o Divino, de rezar pela explicação dos acontecimentos e do temor do inesperado. A "criança ferida" vê o Divino como accionando um sistema de recompensa e castigo, com explicações humanamente lógicas para todas as experiências dolorosas. Não percebe que em todas as experiências, por mais dolorosas que sejam, residem percepções espirituais profundas. Enquanto pensarmos como um criança ferida, amaremos condicionalmente e com grande medo da perda.

Quando entramos no interior dos nossos corações, deixamos para trás os padrões de pensamentos familiares dos três chakras inferiores e particularmente o nosso coração tribal. Somos libertados da protecção de definições habituais como "A minha prioridade são as necessidades da minha família" ou "Não posso mudar de emprego porque a minha mulher precisa de se sentir segura" - e somos cumprimentados à porta do nosso coração com apenas uma pergunta: "Então e eu?".

Essa pergunta é um invocação, atraindo a nós anos de dados emocionais reprimidos mas devidamente registados que, num instante, podem determinar-nos um novo percurso. Podemos tentar correr de regresso à protecção da mentalidade tribal, mas a sua capacidade de nos reconfortar desapareceu. Começamos a tremenda tarefa de nos conhecermos a nós próprios descobrindo a nossa natureza emocional - não em relação a alguém ou a alguma coisa, mas apenas em relação a nós próprios. Com ou sem outra pessoa qualquer a desempenhar um papel primordial, uma pessoa precisa de saber: Do que gosto? O que amo? O que me faz feliz? Do que preciso para ter equilíbrio? Quais são os meus pontos fortes? Posso confiar em mim próprio? Quais são os meus pontos fracos? Porque faço as coisas que faço? O que me faz necessitar da atenção e aprovação dos outros? Sou suficientemente forte para ter uma relação de proximidade com outra pessoa e continuar a respeitar as minhas próprias necessidades emocionais? Não é fácil prosseguir com estas perguntas de auto-exploração porque sabemos que as respostas exigirão que mudemos as nossas vidas. Não é de admirar que a nossa cultura tenha visto um aumento a nível de divórcios. Em resultado, a maior parte dos casamentos contemporâneos exigem um forte sentido do "eu", em vez da abdicação do "eu" exigida nos casamentos tradicionais. O significado simbólico do sacramento do Matrimónio é de que a pessoa tem de estar em união com a sua própria personalidade e espírito em primeiro lugar. Depois de se ter uma compreensão íntima clara de si próprio, pode criar-se uma parceria íntima bem sucedida.

A abertura do chakra cardíaco também mudou a nossa consciência sobre saúde, cura e causas de doença. Enquanto que em tempos se pensava que a doença era provocada essencialmente por fontes dos chakras inferiores - genética e germes - agora vemos a origem da doença como proveniente de níveis de stress tóxicos. A cura começa com a reparação de males emocionais.


Características de um Chakra Cardíaco em Equilíbrio

- Sentir amor

- Ser amável

- Capacidade de desempenhar o papel do emissor e do receptor

- Forte sentido de conexão: confiança, compaixão e generosidade

- Experimentar a verdadeira gratidão


Sintomas de um Chakra Cardíaco Hiperactivo

- Síndrome de mártir

- Auto-vitimização

- Sentir-se oprimido por emoções extremas

- Falta de limites adequados nos relacionamentos

- Exigir e esperar mais do que é justo dos outros


Sintomas de um Chakra Cardíaco Hipoactivo

- Sentir-se sem amor ou não amado

- Solidão e isolamento

- Procurar constantemente o apoio emocional nos relacionamentos

- Falta de compaixão



Fonte(s): Anatomia do Espírito de Caroline Myss, Roohi

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