INFORMAÇÃO - ENVIOS    


{ACTUALIZAÇÃO 16.03.2020}

Informamos que dadas as dificuldades no acesso aos diversos postos dos CTT e elevado risco de exposição ao contágio

não iremos proceder a envios registados ou com pagamento na entrega durante tempo indeterminado.

Em alternativa, e até informação em contrário, publicada aqui, iremos proceder a envios em correio verde

(em todos os artigos excepto estatuetas e grelhas de cristais), sendo que os portes serão ajustados a este tipo de envio.

De salientar que o correio verde não tem registo e embora os extravios sejam pouco comuns, devem ser tidos em conta tal como possíveis atrasos nas entregas.

Pedimos a vossa compreensão para a medida tomada que não é a ideal mas, de momento, é a única que não nos coloca em risco (e a todos)

e a mais viável para que continuem a receber as vossas ferramentas de meditação e oração.


"Estamos todos juntos. Somos todos UM"


Gratidão 🙏 💗


Símbolos A-I (Significados)


A


Ajna - O Chakra do Terceiro Olho é o sexto dos 7 principais chakras. Este chakra envolve as nossas capacidades mentais e de raciocínio, e a nossa apetência psicológica na avaliação das nossas convicções e atitudes. O chakra do terceiro olho corresponde às energias das nossas psiques, às nossas forças psicológicas conscientes e subconscientes. Na literatura espiritual oriental, o sexto chakra é o "terceiro olho", o centro espiritual no qual a interacção da mente e da psique pode conduzir à visão e sabedorias intuitivas. É o chakra da sabedoria. Os seus desafios deste chakra são a abertura da mente, o desenvolvimento de uma mente impessoal, a recuperação do poder da pessoa das "verdades falsas" ou artificiais; aprender a agir sob orientação interior; e distinguir entre os pensamentos motivados pela força e os motivados pelo medo e pela ilusão.


Aksobhya - É o representante da família Vajra. No Budismo Tibetano é chamado de sangay mikyodpa, o Buda imutável, imobilizável, inabalável. A raiva e o ódio estão associados a este Buda que possui a capacidade de pacificar. Geralmente é visto como um Buda azul e em muitas tradições é retratado de cor branca. O azul simboliza a permanência que é imutável tal como o céu azul que sempre o foi tanto hoje como há 1000 anos atrás. As suas mãos estão na posição de Bhumisparsha, o mudra da "testemunha da Terra", também um gesto que representa a imutabilidade. O seu símbolo é um vajra que representa a natureza indestrutível e é também ele imutável.


Amitabha - Segundo o Sutra da Contemplação do Buda da Vida Infinita, Amitabha ou Amida é um Buda celestial e foi um Bodhisattva numa vida anterior chamado Dharmakara, que significa "Luz Infinita". Amitabha é o Buda principal do Budismo Terra Pura, uma ramificação do Budismo praticado no leste asiático. É um dos 5 Budas transcendentais que são os guardiães da sabedoria espiritual, são emanações do Buda Maha-Vairocana, o Buda Grande Sol. Representado como um Buda a meditar, Amitabha trabalha para a iluminação de todos os seres, para a mente pura e para o despertar espiritual Surge em muitas representações acompanhado de seus discípulos, os Bodhisattvas Vajrapani (à sua esquerda) e Avalokiteshvara (à sua direita). O seu mantra é "om amitabha hrih" (sânscrito); "namu amida butsu" (japonês).


Amoghasiddhi - É o representante da família Karma. No Budismo Tibetano é conhecido como sangay donyodtrubpa, "tudo o que é significativo e frutífero é realizado". É a purificação completa do ciúme que é um obstáculo mental para o sucesso material e espiritual. Detém um vajra duplo que simboliza a sua actividade de purificação que permeia e toca todas as direcções. É representado na cor verde. As suas mãos estão em Abhaya Mudra, o mudra destemido.


Anahata - O Chakra Cardíaco é o quarto dos 7 principais chakras. Este chakra é a central de energia mediana do sistema energético humano. Sendo o chakra do meio, medeia entre o corpo e o espírito e determina a sua saúde e força. A energia do quarto chakra é emocional por natureza e ajuda a promover o nosso desenvolvimento emocional. Personifica a lição espiritual que nos ensina a agir a partir do amor e da compaixão e a reconhecer que a energia mais poderosa que temos é o amor.


Anjali Mudra - ver Pranam Mudra


Ankh - Também conhecida como "cruz egípcia" ou "chave da vida", o Ankh é um símbolo que remonta a tempos muito antigos e que simbolizava a vida. O aro em forma de lágrima representa o sol, a barra logo abaixo representa o horizonte e a barra vertical representa o caminho do sol que se eleva acima do horizonte. Era usado regularmente no antigo Egipto através de hieróglifos, arte e artefactos para mostrar a importância da vida. Embora o Ankh fosse utilizado quase sempre para representar a vida, quer a vida física na Terra, quer a vida eterna no céu ou no submundo, a imortalidade e até a reencarnação, era também utilizado para protecção e em cultos dadas as suas propriedades mágicas. Era um símbolo tão poderoso que costumava ser usado para dar nome às coisas ou incorporado nos nomes já existentes. Quando foi associado à vida após a morte, a pessoa falecida podia ser chamada de Ankhu. Ocasionalmente, os faraós incorporavam a palavra Ankh nos seus próprios nomes, nomes de ancestrais e até mesmo de deuses para enfatizar as suas propriedades de vida após a morte.


Árvore Bodhi - Após seis anos em busca da iluminação, Buda chegou à cidade de Bodhgaya onde se sentou debaixo de uma árvore Bodhi, quando compreendeu a sua verdadeira natureza. A árvore foi considerada sagrada por hindus e budistas e é hoje símbolo de felicidade, longevidade e boa sorte.


Árvore da Vida - A Árvore da Vida é um símbolo ancestral muito conhecido hoje em dia e que atravessou várias culturas. Adquiriu diversos nomes e representações atribuídos pelas diferentes religiões que o adoptaram, mas o seu significado como a fonte da vida é comum a todas. Representa o ciclo da vida e a interconexão de tudo no Universo. Compreende todos os aspectos de uma árvore em si, com raízes, tronco, ramos, folhas e, por vezes, frutos, representando a árvore de uma forma simbólica.  Mas, o seu significado é muito mais profundo. Observando cada elemento e processo da árvore, pode-se extrair o significado espiritual de cada um deles relacionado com a vida dos seres humanos cuja verdadeira origem é comum a todos (raízes), possuem um espírito conectado com o corpo físico (tronco), seguem diferentes direcções (ramos) e têm as suas próprias singularidades (folhas). Um símbolo de unidade e conexão com uma mensagem bem clara, de que todos estamos interligados através de uma energia cósmica e que devemos viver em harmonia com todos os seres vivos. Utilizado em bijuteria, diz-se que transmite calma e sabedoria.


Asas de Anjo - Os anjos são mensageiros do plano espiritual e actuam como uma ponte entre o Céu e a Terra, servindo de canal entre Deus e o mundo físico material. São seres imortais feitos de pura consciência e livres de limitações do tempo e do espaço. Cada anjo é um foco do amor de Deus, canalizando-o sem distorções. São vistos de diferentes formas mas sempre como seres perfeitos. Uma das formas mais retratadas é um ser de forma humana, de túnicas esvoaçantes, cabelos compridos, aureolas em torno da cabeça e claro, asas. Mas se os anjos são pura luz, de onde veio a ideia das asas? Várias fontes religiosas e relatos visionários descrevem certos anjos como seres alados envoltos em luz celestial. As suas asas são reconfortantes e representam o poder e a liberdade,  autoridade, a criação e a vontade de Deus. Diz-se que os anjos que nos consolam nos momentos de maior desespero, envolvem-nos com as suas asas como forma de protecção e de amor. 


Algiz - Esta é a Runa de protecção. Algiz (ou Eolh) indica o momento de expulsar tudo que é negativo da vida. Está ligada à proteção, à positividade, à paz, à amizade, à defesa e às boas energias e vibrações. Está directamente ligada ao número 15 e a sua correspondência fonética está na letra Z. Assim, simboliza um óptimo período para o afastamento de tudo o que faz mal, de tudo o que bloqueia, que entristece, que esgota e cansa. Um ciclo para sair de relações abusivas, para o afastamento das pessoas tóxicas e para parar de se deixar sugar e explorar por empregos e vivências negativas. Ou seja, esta é a Runa da prosperidade, do amor-próprio, da benevolência, do sucesso e de tudo aquilo que faça sentir leveza e força para seguir em frente. Indica também novidades no amor, na carreira, nas amizades e nos estudos, de boas notícias e de muito sucesso.


B


Bhairava Mudra - Bhairava é um mudra muito utilizado pelos budistas e praticantes de meditação que tem como finalidade melhorar a concentração. O praticante posiciona as mãos no colo, abaixo do abdómen, com a mão direita sobre a esquerda, com as palmas voltadas para cima (se o praticante for mulher, é a mão esquerda que se posiciona sobre a direita).Neste mudra, ambas as mãos representam os dois canais de energia, os nadis Ida e Pingala, que significa a união do indivíduo com a consciência suprema.


Bodhisattva - Um bodhisattva é aquele que renunciou ao seu próprio benefício para ajudar os outros e é perfeito em compaixão, bondade e amor por todos os seres. Para um budista da tradição mahayana, o objectivo da sua prática é tornar-se um bodhisattva. A expressão utilizada para esse desejo é chamada de Bodhicitta. Muitos praticantes e monges fazem o "voto do Bodhisattva" para reforçar este compromisso: "Os seres são inumeráveis. Faço o voto de salvá-los. Os desejos são inesgotáveis. Faço o voto de extingui-los.Os portais do Dharma são ilimitados. Faço o voto de apreendê-los. O caminho do Buda é insuperável. Faço o voto de me tornar esse caminho." Tornar-se um bodhisattva não é como se tornar um deus. Um bodhisattva mora no aqui e agora a trabalhar arduamente para ajudar todos os seres vivos.


Borboleta - A sua curta vida simboliza a fragilidade humana e a natureza efémera da vida. A sua transformação de lagarta para borboleta simboliza a transformação espiritual. Algumas pessoas acreditam que são mensageiras de Deus.


Brahma - O deus da Criação. Juntamente com Shiva e Vishnu forma a Trimurti, a sagrada trindade hindu. Brahma tem quatro cabeças, quatro caras e quatro braços. Cada cabeça recita continuamente um dos quatro Vedas e cada uma das suas mãos segura um objecto: uma ferramenta de sacrifício, um jarro de água que simboliza a água como fonte da vida, um japamala para oração e as escrituras sagradas (Vedas). A sua consorte é a deusa Saraswati.


Brahman - O Absoluto, a realidade Suprema, o Espírito Divino e Infinito. É a origem e raiz de toda a consciência que evolui neste mundo. Brahman como um conceito metafísico é a união única por trás da diversidade em tudo o que existe no universo. Não deve ser confundido com Brahma, o deus da Criação.


Buda Deitado - O Buda Deitado simboliza o Buda histórico, Gautama, nos seus últimos momentos de vida e durante o momento de sua Parinirvana, o estado final do Nirvana que acontece após a morte do corpo físico. De acordo com a crença budista, um ser que tenha atingido esse estado não precisa de voltar a entrar no ciclo da vida, de morte e renascimento, torna-se livre dos limites humanos, do destino e da miséria. A sua postura serena e composta representam a tranquilidade e o desapego total e absoluto dos desejos do mundo material.


Buda Gautama - Também conhecido como Shakyamuni, o Buda histórico, o fundador do Budismo, "o desperto", aquele que acordou para a Verdade, que compreende a verdadeira natureza da mente, do mundo e de todos os seres sencientes, aquele que se libertou das ilusões e do sofrimento e é perfeito em sabedoria e compaixão. Buda nasceu no seio de uma família real do clã Shakya em Lumbini (actualmente no Nepal) com o nome Siddhartha Gautama há cerca de 2.500 anos. Apesar da educação privilegiada e do isolamento do mundo no sentido de ser protegido do sofrimento, Siddhartha "acordou" da sua protegida vida ao testemunhar que a vida inclui factos como a velhice, a doença e a morte. Assim, partiu do seu palácio numa busca espiritual pela Verdade da vida e da morte e do fim do sofrimento. Adquiriu grande habilidade na meditação com diversos professores até assumir práticas ascéticas baseando-se na crença de que só podia libertar o espírito se castigasse o corpo físico. Tornou-se tão decidido nestas práticas austeras que quase o levaram à morte. Percebendo que ainda não havia resolvido o mistério da vida e que a verdadeira compreensão estava ainda muito longe, resolveu abandonar o caminho do ascetismo e confiar na sua intuição. Sentou-se debaixo de uma árvore prometendo que ali iria ficar até entender a Verdade. Após 40 dias, Siddhartha alcançou a liberdade máxima, a iluminação, o estado de ser cujos budistas acreditam ir além de qualquer outra coisa no mundo, a libertação do ódio, da ganância, da ignorância e o preenchimento total pela sabedoria, pela compaixão e pela liberdade. A iluminação oferece uma visão profunda da vida e sobre as causas do sofrimento humano. Siddhartha, agora Buda, decidiu então ensinar o que tinha visto e compreendido. Durante os 45 anos seguintes percorreu grande parte da Índia divulgando os seus ensinamentos, que por sua vez os seus discípulos deram continuidade até ao presente. Apesar de iluminado, Buda não se considerava uma divindade ou um homem santo. Via-se como um ser humano que através do seu esforço de coração e mente, conseguiu transformar todas as suas limitações. Afirmou que todos somos potenciais Budas e que devemos sempre questionar os seus ensinamentos e confirmá-los pelas nossas próprias experiências. Uma característica não-dogmática do Budismo que ainda hoje se mantém.


Buda Hotei - Hotei (Japão), também conhecido como Pu-Tai ou Budai (China), foi um monge budista chinês da Escola do Budismo Zen que viveu no séc. X. Ao longo dos últimos anos ganhou os nomes carinhosos de Buda Gordinho, Buda da Felicidade, Buda da Abundância, Buda Sorridente, entre muitos outros. É representado sempre com uma grande barriga e grande sorriso. Diz a lenda que Hotei era um homem obeso, excêntrico, muito bondoso, alegre e muito amigável que viajava de aldeia em aldeia carregando um saco cheio de doces e frutas para oferecer às crianças que felizes se reuniam à sua volta. Hotei, feliz, ria profusamente da alegria das crianças. Alguns aldeões achavam-no um louco por rir tanto, mas a sua gargalhada era tão contagiante que rapidamente todos esqueciam os seus julgamentos e desatavam à gargalhada também. Começaram então a esperar por Hotei porque se sentiam na presença de um mestre e riam, embora sem qualquer motivo, mas riam alegremente. Aos poucos, as pessoas começaram a perceber que os seus sentidos estavam mais aguçados, sentiam-se mais leves, purificados e com uma profunda sensação de bem-estar. Hotei não ria de ninguém nem de piadas, ria para celebrar a existência, a alegria da vida. Era um homem muito compassivo, um Buda que não tinha filosofias, nem escrituras, ideologias ou teorias nem conceitos para transmitir, os seus ensinamentos eram a sua presença alegre e através do riso ensinava a iluminação. Séculos mais tarde, surgiu a ideia que identificava Hotei como uma encarnação do Buda Maitreya (o Buda do Futuro ou da Próxima Era) uma vez que o significado de Maitreya é "O Adorável". Assim, começaram a surgir representações de Maitreya careca, sorridente e robusto. Embora muitos eruditos fizessem distinção entre as duas representações, a imagem ganhou popularidade e gradualmente Hotei/Maitreya passou a ser visto como o deus da prosperidade, da abundância e da boa sorte e hoje em dia é uma das formas de Maitreya mais retratadas em toda a Ásia Oriental. De acordo com a lenda, esfregar a barriga de Hotei traz prosperidade, boa sorte e riqueza. Há quem se refira a Hotei como a representação do Buda Gautama após deixar as práticas ascéticas. Ao voltar a alimentar-se tornou-se saudável e robusto. Mas não está correcto. Hotei é uma divindade chinesa com forte presença no Japão e no Vietname. Gautama é uma divindade indiana que apesar de ter deixado as práticas ascéticas, seguiu sempre um caminho do meio, sem extremos. Na alimentação não comia pouco nem muito. Não há razões que indiquem que Gautama se tinha tornado obeso. Acredita-se sim que os nomes Budai (Hotei na China) e Buda tenham sido baralhados e tenha gerado toda esta confusão.


Búzio (com espiral no sentido horário) - Um dos oito símbolos budistas. Está associado ao triunfo e aos ensinamentos de Buda. Soprado, representa a voz melodiosa e doce de Buda. Nos mosteiros budistas é soprado um búzio para chamar os monges para os rituais de oração. A espiral no sentido horário, que lembra o cabelo de Buda, reflecte o movimento do universo.


C


Caça-Sonhos - Criado por índios americanos, o caça-sonhos consiste num aro redondo com uma rede que lembra uma teia de aranha e penas penduradas na zona inferior. Frequentemente podem encontrar-se também pedras ou sementes no meio da rede. Indicado para pessoas que sofrem de pesadelos, os nativos americanos acreditam que estes ficam presos dentro da rede e os bons sonhos passam pelos buracos deslizando pelas penas e alcançado assim a pessoa a dormir. Pela manhã, com o caça-sonhos exposto à luz, os pesadelos dissolvem-se desaparecendo e a pessoa acorda revigorada de um sono descansado e pacífico. Originalmente foi criado como um amuleto para proteger os bebés e crianças pequenas de energias negativas que surgiam sob a forma de pesadelo. O caça-sonhos era colocado sobre o a cama para garantir segurança durante a noite. Nas décadas de 60 e 70, o movimento da Nova Era adoptou esta tradição mostrando-a ao mundo. Hoje, o caça-sonhos é um objecto reconhecido em praticamente todos os países e com diferentes variações nos materiais, mas o seu profundo significado mantém-se.


Chakras - Os chakras são centros de energia presentes no corpos humano e áurico cuja sua função é distribuir a energia vital pelos canais de energia (Nadís) e ajudar a regular todos os processos, desde a funcionalidade dos órgãos ao sistema imunitário e emoções. Existem diversos chakras, mas são 7 os principais. Cada um deles tem a sua cor, localização, glândula em que actua e órgãos associados. São eles: 1º. Chakra Raiz: cor vermelho, localiza-se na base da coluna vertebral e representa a conexão do ser humano com o mundo material e físico; 2º Chakra Sacral: cor laranja, localiza-se 2 dedos abaixo do umbigo e representa a sexualidade e o prazer material; 3º Chakra Plexo Solar: cor amarelo, localiza-se na zona do estômago e representa a personalidade; 4º Chakra Cardíaco: cor verde, localiza-se na região cardíaca e representa o amor incondicional; 5º Chakra Laríngeo: cor azul claro, localiza-se na garganta e representa a comunicação e capacidade de receber e assimilar; 6º Chakra Frontal ou 3º Olho: cor azul índigo, localiza-se entre as sobrancelhas e representa a intuição; 7º Chakra da Coroa: cor violeta, localiza-se no topo da cabeça e representa a consciência e ligação às energias superiores.


Chamador de Anjos - O chamador de anjos, também conhecido como bola da harmonia, consiste num pendente metálico muito semelhante a uma gaiola dentro da qual é inserida uma esfera, normalmente colorida, que emite um som muito suave e harmonioso que lembra um guizo. O seu som celestial tem o poder de atrair a protecção dos anjos, de repôr a harmonia e a paz e ajudar na elevação da vibração afastando as energias negativas. Tornou-se um maravilhoso instrumento de protecção e comunicação com os anjos e os guias espirituais. Embora não existam dados históricos que comprovem a sua origem, acredita-se que tenha surgido na Indonésia. Conta uma das lendas que os anjos ofereceram aos elementais da natureza um amuleto de protecção para que sempre que se sentissem em perigo o agitassem e assim, rapidamente, os anjos viriam protegê-los. Na cultura maia era considerado um objecto de invocação do anjo da guarda para protecção do portador do amuleto. Já na idade média, acreditava-se que o som suave do guizo estabelecia uma ligação directa com o reino celestial e invocava os anjos e os elementais da natureza para acompanharem a gravidez da mulher protegendo-a e ao seu bebé. Após o nascimento, o amuleto era pendurado no berço junto ao recém-nascido que reconhecia o tilintar suave e sentia-se protegido lembrando-se do útero da mãe.


Cho Ku Rei - Um dos símbolos sagrados do Reiki e o primeiro ensinado nesta prática terapêutica. É o símbolo de intensificação do poder e de conexão à energia Reiki, mas também de protecção. Significa literalmente "ordem" ou "comando". Representa a energia que vem do universo para o nosso canal energético, alinhando e potenciando a energia dos chakras.


Coração - As civilizações antigas, sobretudo os egípcios, acreditavam que o coração era o centro do ser humano e o lugar onde residiam a sabedoria e a inteligência. Era considerado essencial para a vida eterna e o único órgão que era deixado no corpo no processo de mumificação. Acredita-se que quando alguém morria, era celebrada uma cerimónia sagrada aos deuses durante a qual se pesava o coração numa balança tendo do outro lado uma pena. Maat, a deusa da verdade e da justiça era quem segurava a balança. Se o peso fosse equilibrado, o espírito da pessoa era enviado para o submundo e se o coração pesasse mais que a pena, o espírito era devorado por monstros.


Cruz Celta - É um símbolo de origem pagã e remonta ao ano 500 a.C.. Combina o feminino (círculo) e o masculino (cruz) que formam a imagem da fecundidade e da união sexual. A cruz também foi associada aos quatro pontos cardinais e ao fluxo do tempo, o círculo ao ciclo de nascimento e morte e o centro, onde o círculo e a cruz interceptam, simbolizava a passagem do tempo e o ponto de entrada no submundo. Foi mais tarde adoptada pelo cristianismo quando os celtas se converteram, tornando-se um símbolo de crucificação e ressurreição.


Cruz Latina - A cruz é um dos símbolos mais conhecidos e mais antigos do mundo e antecede o cristianismo por, pelo menos, 5000 anos. Assumiu várias formas ao longo dos séculos e está presente em diversas culturas e religiões. Os cristãos estão familiarizados com a cruz que representa o corpo de Cristo e a salvação da humanidade. Embora os chakras estejam associados ao budismo e ao hinduísmo, crê-se que a cruz latina também representa os sete chakras, sendo o centro da cabeça de Cristo a representação do chakra do Terceiro Olho, acima o chakra da coroa e abaixo os chakras inferiores.


Cubo de Metatron - Metatron é o anjo supremo responsável por toda a criação, toda a sustentação da existência do mundo. Na geometria sagrada, regula o fluxo de energia divina na forma de um cubo místico, Cubo de Metatron, que contém todas as formas da criação do Universo. Funciona como um acelerador quântico, que quando utilizado em meditação ajuda a gerar mais Luz e a ligar a estados espirituais mais elevados aumentando a energia, prevenindo doenças, oferecendo protecção e maior equilíbrio.


D


Dai Ko Myo - O quarto símbolo do Reiki e símbolo do Mestre. Dai Ko Myo é o símbolo que traduz todos os outros três símbolos do Reiki, representando a energia de cada um deles num todo. Em tradução literal, “Dai” significa Divindade, Grande, “Ko” significa Brilho e “Myo” significa  Luz Eterna. Este sentido de iluminação proporcionado pelo símbolo pode ser interpretado como algo evidente ou de claro entendimento; algo que encaminha para a compreensão e para o conhecimento. Este é um símbolo do Reiki que representa o conhecimento interior, a verdade. Símbolo de cura para a alma, o Dai Ko Kyo é ensinado no nível 3A do Reiki e tem origem nos kanjis japoneses. É o símbolo de elevada vibração, consequentemente com maior poder de transformação espiritual. Diz-se que o símbolo contribui para a cura da alma, uma vez que as energias são enviadas para as camadas mais subtis da aura do paciente, bem como aos chakras superiores. Desta forma, a partir do momento em que alma e o espírito são curados, a mente e o corpo físico também se beneficiam da cura. Ainda em termos de cura, o símbolo Dai Ko Myo auxilia na cura do karma. Para muitos mestres, este símbolo representa toda a essência do Reiki, o que inclui o amor e a capacidade pessoal. Está conectado ao elemento ar, bem como à própria força criadora do universo em toda a sua plenitude.


Dhyani Budas - Os Cinco Budas da Sabedoria ou os Cinco Budas Transcendentais são os guardiões da sabedoria espiritual. São emanações do Buda Vairochana. Nas mandalas do Budismo Esotérico, estão associados às direcções (norte, sul, este, oeste), a um elemento cósmico (forma e consciência), a um elemento (éter, ar, água, terra e fogo) e a um tipo particular de sabedoria. Individualmente, cada um tem a sua própria função estando habilitado a superar um mal como a ignorância, a inveja ou o ódio e representa um determinado poder e efeito mágico. São eles: Vairochana (em japonês Dainichi Nyorai), família de Buda - Mente imaculada e caminho para a iluminação ; Aksobhya (em japonês Ashuku Nyorai), família Vajra - Acumulação da mente e despertar do coração; Ratnasambhava (em japonês Hôshô Nyorai), família Ratna - Devoção e ascetismo; Amitabha (em japonês Amida Nyorai), família Padma - Mente pura e despertar espiritual; Amoghasiddhi (em japonês Fukûjôju Nyorai), família Karma - Cinco sentidos e entrada no nirvana


Dagaz - Também conhecida como Daeg, esta é uma Runa muito positiva. Na leitura de Runas, indica avanço de maneira lenta, mas sempre progressiva. Indica ao consultante que estará repleto de força interior e que conseguirá encontrar as melhores soluções para qualquer tipo de obstáculo que apareça no seu caminho (que seguirá com sabedoria e intuição e tudo acabará bem). Também conhecida como a Runa da Borboleta, é tão positiva que ela não possui inversão, encontra-se nela a presença do despertar da alma, do anseio por um novo ciclo, fará o consultante sentir o seu corpo envolto numa energia mágica que impulsionará às realizações, pois o seu espírito pede por isso. Se perante um período complicado da vida, Dagaz anuncia que essa situação foi superada e que todo o tempo e energia empreendida nesse momento será recompensada pouco a pouco.


E


Elefante Sagrado - O elefante é visto como um animal sagrado tanto no hinduísmo como no budismo. Representa a beleza, o poder, a dignidade, a inteligência e a paz, e, como símbolo, é considerado um amuleto de boa sorte e boa fortuna. É adorado, não directamente, mas indirectamente pelas suas qualidades que as pessoas almejam alcançar. É extremamente forte e poderoso, tem uma natureza firme sobre ele, assim que se estabelece num caminho é imparável, é silencioso, ouve muito mais do que o que comunica, é um gigante gentil, podia ser facilmente destrutivo, mas não faz parte da sua natureza, podia dominar, mas prefere ser pacífico e tranquilo. No hinduísmo, os deuses são a personificação desses atributos, tal como Ganesha, o deus removedor de obstáculos. No budismo, é sinónimo de presságio divino. Conta a lenda que a mãe de Buda sonhou com um elefante branco que entrou no seu útero quando esta estava grávida.  Utilizado em diversos rituais budistas, e não só, na Ásia, é frequente fazerem-se oferendas para receber bençãos de sorte, longevidade, boa saúde e força. Como peças de decoração ou tapetes, o elefante tem uma função de protecção contra o azar. Em paredes, (panos, quadros, etc), o elefante afasta a negatividade e convida somente o bem a entrar no espaço. Utilizado em bijuteria, funciona como um lembrete para permanecer forte, manter a paz e atrair a sorte.


Estrela de David - Também conhecido como Selo de Salomão. É uma estrela de seis pontas e símbolo da identidade judia e do judaísmo. Representa dois triângulos cruzados, simbolizando o masculino e o feminino, a união da carne e do espírito e os princípios activo e passivo. De acordo com o judaísmo, as seis pontas e o centro totalizam o número sete que representa simbolicamente os seis dias da criação e o sétimo dia de descanso. Já na Cabala, as seis pontas da estrela de David representam as seis direcções e o centro representa o espaço.


Estupa - Monumento que é símbolo da iluminação. Representa a mente de todos os seres iluminados. Contém no seu interior relíquias de Budas, escrituras, incensos, objectos preciosos, orações, etc. É fonte de energia positiva, paz, prosperidade e harmonia entre os seres e a natureza.


F


Fadas - As fadas são elementais da natureza e estão por toda a parte. São guardiões das plantas e das flores. Tal como os anjos, são seres interdimensionais que vivem num reino entre reinos. São seres de luz que existem em diferentes níveis de vibração.  Diferem dos anjos porque estão muito mais próximas do plano da Terra e têm egos. Enquanto que os anjos trabalham para realizar a vontade divina e servir a humanidade, as fadas trabalham para servir, cuidar e nutrir a Terra.  Acredita-se que já tenham vivido como seres físicos, mas ao testemunharem a consciência cada vez mais violenta da humanidade, escolheram "desaparecer" para uma dimensão que, nós humanos, desconhecemos. Estão ligadas às energias da magia e da intuição. Quem deseja trabalhar com fadas deve vibrar em amor e ter o desejo de servir e ajudar a natureza.


Flor da Vida - Símbolo de energia e de criação da vida, a flor da vida pertence à geometria sagrada que defende a ideia de que tudo está interrelacionado e faz parte de um plano divino e geométrico. Todas as estruturas conhecidas, símbolos e até o nosso próprio ADN estão aqui contidos na Flor da Vida. Constituída por 19 círculos no total, nem mais nem menos, sobrepostos e interligados que iniciam num círculo central. Este círculo central representa a fonte. Ao seu redor encontram-se outros 6 círculos que representam o processo de divisão celular. Assim, a Flor da Vida, representa o ciclo da criação, mostra que todas as formas de vida e consciência surgem de uma fonte. Apesar do seu nome remeter para uma flor, na verdade, representa o ciclo de uma árvore de fruto que cresce em botões florais e que, eventualmente, se transformam em frutos. O fruto dá a semente originando novas árvores. Um ciclo que transforma a flor da árvore em fruto e novamente em árvore e que revela o milagre da vida. A estrutura circular deste símbolo cria uma espécie de ilusão de óptica, como se se movimentasse constantemente. Observando de perto, diferentes formas e padrões tornam-se visíveis. Conectando determinadas intersecções surgem outros símbolos muito conhecidos na geometria sagrada, como o Cubo de Metatron, a Árvore da Vida ou a Semente da Vida. Muitas culturas utilizaram o símbolo da Flor da Vida com pleno conhecimento, directo ou indirecto, da sua simbologia e poder e, ainda hoje, pode ser encontrado, gravado ou pintado, em templos, cemitérios, igrejas, manuscritos, objectos de arte e edifícios seculares por todo o mundo. No Egipto, a Flor da Vida está gravada nalgumas partes das Pirâmides e no interior de alguns templos. Também pode ser encontrada na Cidade Proibida (China) e em diversos templos, mosteiros e igrejas em Itália, Dinamarca, Áustria, Alemanha, Grécia e Índia. Utilizado em bijuteria, diz-se que estimula a ordem, a harmonia e a vitalidade. Traz simetria à vida do utilizador.


Flor de Lótus - Um dos símbolos sagrados mais antigos e profundos do planeta. Nos ensinamentos budistas e hindus, a flor de lótus simboliza o nascimento divino, o crescimento espiritual e a pureza de coração. Cada fase de crescimento representa uma fase diferente da iluminação. A lama representa a escuridão, o mundo de dor e sofrimento onde o ser humano nasce mas que faz parte da experiência humana e é vital no sentido em que nos ensina a fortalecer e a resistir ao caminho do mal. A lama ensina a escolher o caminho certo lembrando quem realmente somos. A flor de lótus representa o renascimento em todos os sentidos. Pode ser o renascimento literal (como uma reencarnação) ou uma renovação de crenças, a aceitação de Buda, uma mudança de ideologia, a capacidade de reconhecer os erros do passado. Uma flor de lótus fechada simboliza o tempo-sombra antes de um seguidor encontrar Buda ou o esclarecimento. Totalmente florescida e aberta, simboliza a auto-consciência e a iluminação completa. Utilizado em bijuteria, diz-se que ajuda no crescimento e desenvolvimento espiritual. Os significados da flor de lótus também se estendem às cores da flor: Branca - simboliza a pureza da mente e a perfeição do espírito. Está associada à pacificação da própria natureza e é considerada o útero do mundo; Vermelha - refere-se ao amor e à compaixão; Azul - simboliza o senso-comum, a sabedoria, o conhecimento, aprendizagem e a inteligência. Este lótus nunca está totalmente aberto e o seu centro nunca é visto, o que representa a contínua necessidade de aprendizagem e expansão da mente para alcançar a iluminação; Rosa - simboliza a história e as lendas históricas de Buda. É o lótus supremo, o verdadeiro lótus de Buda; Roxa - representa o misticismo e a espiritualidade. As 8 pétalas deste lótus representam o nobre caminho óctuplo, um dos principais ensinamentos de Buda; Dourada - é o símbolo da iluminação completa e total, representando especialmente Buda.


Fehu - Esta Runa é representada pelo número 1 e está ligada à letra F. Simboliza fortemente o dinheiro, o trabalho, as riquezas e a prudência com as conquistas materiais. Fehu, além de representar o lado profissional, traz também a figura da saúde e da posição social, fazendo com que as pessoas tenham uma forte influência para lutarem de forma desmedida pelo que querem. Forte influenciadora do esforço e das capacidades, mostra-se ligada à estabilidade, à segurança e ao equilíbrio trazido pela Casa 2, representante do conforto e do bem-estar, seja ligado ao relacionamento, às viagens ou até mesmo a uma herança.


G


Ganesha - Ganesha é a divindade sem forma. De acordo com a mitologia hindu, é filho de Shiva e Parvati. Gan significa grupo. O universo é um grupo de átomos e energias diferentes. Sem uma lei suprema que regesse esses diferentes grupos de entidades, o universo seria um caos. O Senhor de todos esses grupos de átomos e energias é Ganesha. É a consciência suprema que permeia tudo e traz ordem ao universo. Embora Ganesha seja adorado como o Deus da cabeça de elefante, a forma é apenas para representar o sem forma, o sem atributos, o não-nascido. Simboliza a consciência que é omnipresente, a energia da qual tudo se manifesta e em que tudo se dissolve. Conta a lenda, que Parvati zangada por ser sempre incomodada nos seus banhos, moldou um menino com pasta de açafrão para criar o seu próprio filho leal e pediu-lhe que guardasse a porta enquanto se banhava. Shiva, ao regressar, foi impedido de entrar pelo menino que desconhecia. Furioso, ordenou ao seu exército que lhe cortassem a cabeça. Porém, todos falharam. Shiva, surpreendido pelo poder do menino, resolveu ele mesmo cortar-lhe a cabeça, matando-o. Parvati, chocada e insultada, decidiu destruir toda a Criação, porém reconsiderou perante Brahma, o Deus da Criação, mediante duas condições: que Ganesha fosse trazido à vida e que fosse sempre adorado antes de todos os outros deuses. Shiva, percebendo o seu erro, pediu a Brahma que trouxesse uma cabeça de alguém que estivesse a dormir com a cabeça apontada para o norte, e assim trouxe uma cabeça de elefante forte e poderosa que Shiva prontamente colocou no corpo do menino, declarando ser o seu pai. E assim, nasceu Ganesha, o deus removedor de obstáculos, porque tal como os elefantes, não caminham em torno dos obstáculos nem são impedidos por eles, removem-nos e caminham em frente.


Grande Fraternidade Branca - A Grande Fraternidade Branca é uma "organização" hierárquica celestial, também conhecida como a Irmandade da Luz que actua na evolução dos seres vivos da Terra. É o governo oculto do mundo que existe no plano celestial e que prevalece sobre tudo o que ocorre na Terra, desde a criação à sustentação de todas as transformações para que se cumpra o Plano Divino. É composta por Mestres Ascensionados, Chohans, Anjos, Arcanjos, Elohins, Logos, Manus, Serafins, Querubins, Devas e Elementais que são os auxiliares e mensageiros cósmicos de Deus. Todos estão ascencionados na luz e unidos ao UM. Prevalecem sobre tudo o que existe no Universo infinito, em toda a sua extensão, para que se cumpra a Vontade Divina.


Guru (Conta) - ver Meru

H


Hamsá - Antigo símbolo que traz felicidade, sorte, saúde e prosperidade a quem o utiliza. O nome Hamsá significa literalmente 5 dedos e surge em 2 formas, igual a uma mão ou com os dois polegares simétricos. A primeira aparição deste símbolo remonta à antiga Mesopotâmia, de onde partiu para o Egipto para representar Osiris e Isis e, posteriormente, espalhou-se por diversas religiões por todo o mundo. No Budismo e Hinduísmo, simboliza a interligação dos chakras, o fluxo de energia no corpo, os cinco sentidos e os mudras que os afectam. Muito apreciada no Médio Oriente, a hamsá é utilizada como um amuleto. Embora o Alcorão vete o uso de amuletos, a hamsá é facilmente encontrada por seguidores do Islamismo. Para os muçulmanos, a hamsá é também conhecida como a Mão de Fátima, a filha preferida de Maomé, e representa os 5 pilares do Islão. Também popular entre os judeus, a hamsá é conhecida como a Mão de Miriam, irmã de Moisés e Araão e simboliza o Torá que é composto por 5 livros. É frequente encontrar-se a hamsá com um olho no centro (Olho do Mal, Olho Gordo ou até mesmo símbolos como o Olho Turco).


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