Japamala de Sândalo e Tulsi com Kuan Yin

  • Referência: 108331
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Japamala de Sândalo e Tulsi com Kuan Yin (ref.: 108331) Indica a quantidade: 1
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Japamala pulseira de sândalo e tulsi com pendente (Kuan Yin), Meru e Tassel.

O uso regular traz inúmeros benefícios à saúde física, emocional e espiritual.


Estilo: mantra (2 divisões de 21 contas e 2 divisões de 33)

Materiais: sândalo natural (rosa é tingido), tulsi natural, acessórios metálicos (cor bronze)

Cordão: algodão

Pendente: Kuan Yin

Tassel: seda, rosa

Diâmetro das contas: 8mm

Comprimento: 56cm (até à ponta do tassel)

Feito à mão


Sândalo

Relaxamento e Optimismo

Aumenta o poder de concentração na meditação e do que se deseja. Ajuda na conexão com o Divino. Protege.  Ajuda a desenvolver a clarividência. Serena a mente e abre o coração para o amor. Estimula a sensualidade. Invoca a tranquilidade. Ajuda a expandir a consciência. Desperta pensamentos divinos. Promove o profundo relaxamento aumentando a energia espiritual. Estimula o chakra raiz acreditando-se que aumenta a auto-confiança e o auto-conhecimento. Promove o entusiasmo e a auto-estima. Aumenta a positividade e optimismo afastando dúvidas, sentimentos de raiva, irritabilidade e melancolia.

Propriedades curativas: Fortalece o sistema imunitário, ajuda em várias doenças do sistema digestivo, inibe a depressão, ajuda a dormir melhor, alivia o stress.


Tulsi

Protecção e Cura

O manjericão sagrado. A planta de Tulsi é considerada a encarnação do próprio Divino. Diz-se conter incríveis poderes de cura física e espiritual. Ajuda a serenar a mente e é por isso um aliado na meditação. Promove a boa sorte. Limpa a aura. O cheiro muito subtil do tulsi enche o coração com a sensação do Divino. É usado na recitação de mantras e na adoração de divindades, sobretudo Ram e Krishna (diferentes encarnações do Senhor Vishnu que se acredita ser o criador do Tulsi). Inclusive, acredita-se que quem usa um japamala de tulsi é protegido por Vishnu e que mesmo o mais impuro dos homens alcançará o seu próprio Senhor. Protege contra pesadelos, medos, acidentes e magia negra. Purifica a mente, o corpo e a alma. Irradia vibrações positivas para a aura da pessoa ajudando-a a libertar-se de todas as formas de energia negativa.
Propriedade curativas: actua sobre o sistema nervoso proporcionando força e alívio do stress, promove a digestão ajudando na secreção de enzimas digestivas, favorece a pele saudável, acalma o stress.


Pendente:

Kuan Yin

A Deusa da Grande Compaixão e a mais respeitada e acarinhada entre as divindades do budismo chinês. Kuan Yin é um Bodhisattva, aquele que jurou salvar todos os seres do sofrimento e da roda da reencarnação e levá-los à felicidade. No budismo indiano é Bodhisattva Avalokiteshvara (Chenrezig em tibetano) que representa a suprema compaixão por todos os Budas.

No budismo indiano considera-se que Kuan Yin é a forma feminina de Avalokiteshvara. Embora inicialmente tenha sido retratada com forma masculina, com a introdução do budismo tântrico na China, Kuan Yin começou a ser representada como uma bela deusa vestida de branco. Apesar da controvérsia entre as representações ora como deus ora como deusa, as escrituras budistas ensinam que um bodhisattva pode encarnar sob qualquer forma, seja homem, mulher, criança ou animal, dependendo da espécie que pretenda salvar.

É considerada o símbolo máximo da pureza espiritual e está em toda a parte emanando a energia da Mãe Divina, vendo e ouvindo todos os seres que precisam de ajuda. É a salvadora compassiva, a deusa da vida em si mesma. É a mestra da hierarquia divina que trabalha na frequência do amor incondicional, da compaixão e da misericórdia.

Tem grandes semelhanças com Maria, Mãe de Jesus, e Tara, a deusa tibetana. Representa a força da Mãe Universal no oriente tal como Mãe Maria no ocidente. Os seus devotos acreditam que ouve todas as orações e pedidos de ajuda e quem se sintoniza à sua energia, sente o quanto é amorosa e doce.

Kuan Yin assume diversas formas, 33 ao todo, cada uma com as suas diferentes habilidades de protecção, de cura, de purificação, de realização e de libertação.

Kuan Yin não trabalha sozinha e muitas vezes aparece na companhia de outros seres de luz, entre eles o Buda do Paraíso Amida, que pode ser visto frequentemente na sua coroa alta.

Conta uma lenda que Kuan Yin teria encarnado como filha de um imperador por volta do ano 700 a.C. e que perante a recusa em contrair matrimónio e determinada a seguir uma vida religiosa, terá saído de casa e se refugiado num convento. Foi submetida às mais árduas tarefas pelo seu pai que enraivecido pela sua inabalável devoção ordenou a sua execução. A espada assim que tentou trespassá-la quebrou-se em 1000 pedaços. O pai ordenou então a sua asfixia, mas quando a sua alma deixou o corpo e desceu até ao inferno, este transformou-se em paraíso. Foi então que parou de ouvir os os lamentos do mundo e resolveu regressar para curar os enfermos e salvar marinheiros de naufrágios. Enquanto viveu, percorreu o mundo, viu muita dor e jurou amparar e proteger todos os seres. Passou por numerosas encarnações até à sua ascensão há milhares de anos. Fez o voto do Bodhisattva e jurou que enquanto existisse uma alma a sofrer, ela estaria presente na Terra.

O seu mantra é: om mani padme hum (trad.: "Salve a Jóia no Lótus").


Meru

A conta central que marca o início e o fim do japamala. Representa o Mestre, a Montanha, o Divino, a Divindade. Não deve ser contado nem tocado.


Tassel

Simboliza as raízes da flor de lótus lembrando que sem lama não há lótus. Representa a ligação com o Divino, a iluminação, a pureza, a consciência pura e a libertação.



O que é um japamala?

Um japamala é um colar ou pulseira de contas que serve como instrumento de meditação e recitação de mantras.

É uma palavra do idioma sânscrito em que Japa significa repetição e Mala colar ou cordão de contas.

Provém da Índia e a sua utilização teve origem no Budismo e no Hinduísmo, tendo ficado conhecido globalmente como terço budista ou simplesmente terço espiritual.

Com uma poderosa simbologia, o japamala é constituído por 108 contas, ou divisões deste número, que representam os 108 nomes sagrados da Força Criadora, mas também os 108 principais Nadis (canais de energia).

Pode ser encontrado em 4 estilos: 108, tibetano, zen e mantra cujas diferenças se encontram nas divisões e disposição das contas.

O início/fim do Japamala é marcado por uma conta distinta, de nome Meru ou Guru, de onde pode sair um pendão (Tassel), um símbolo sagrado, uma figura divina ou uma combinação de vários destes elementos.

Tradicionalmente são constituídos por materiais naturais como madeiras, pedras e sementes que contêm inúmeras propriedades terapêuticas que oferecem diversos benefícios à saúde física, emocional, mental e espiritual, o que faz com que seja um objecto muito apreciado e utilizado por todo o mundo e por qualquer pessoa.

Informação
Conteúdo Instruções de utilização + Saco de protecção (para guardar o japamala)
Embalagem Caixa de cartão reciclada + Etiqueta de papel autocolante (Ecoponto Azul)
Envio Caixa de cartão reciclada e/ou Envelope reciclado (Ecoponto Azul)

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