Japamala de Jaspe Dálmata com Buda Gautama

  • Referência: JPP047
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Japamala pulseira de jaspe dálmata com cabeça do Buda Gautama.

O uso regular traz inúmeros benefícios à saúde física, emocional e espiritual.


Estilo: 18 contas

Materiais: jaspe dálmata natural, acessórios metálicos (cor prateado)

Cordão: algodão elástico

Diâmetro das contas: 8mm

Feito à mão


Pedra Dálmata

Determinação e Protecção

Abre os chakras raiz, sacral, plexo solar e da Terra. Confere um sentido de fisicalidade à alma lembrando que é um ser espiritual numa jornada humana. Ajuda a aceitar com alegria a encarnação. Com influência protectora, faz soar um aviso quando existe perigo por perto. Ajuda a manter o auto-controlo em qualquer circunstância. Entra em sintonia com a criança interior e fortalece o espírito. Estimula o sentido de humor. Protege de depressões e de perdas de energia. Como contém turmalina (manchas pretas), transmuta rapidamente a energia negativa e os padrões ultrapassados. Ajuda quem tem tendência para racionalizar e pensar demais a "sair" da cabeça e a prestar mais atenção ao corpo. Encoraja a fidelidade. Harmoniza as emoções. Ajuda a superar o desejo de vingança.

Propriedades curativas: Ajuda a ter sonos tranquilos, benéfica para cartilagens, nervos, reflexos e entorses, equilibra as energias yin-yang e as oscilações de humor, protege contra pesadelos.


Buda Gautama

Também conhecido como Shakyamuni, o Buda histórico, o fundador do Budismo, "o desperto", aquele que acordou para a Verdade, que compreende a verdadeira natureza da mente, do mundo e de todos os seres sencientes, aquele que se libertou das ilusões e do sofrimento e é perfeito em sabedoria e compaixão.

Buda nasceu no seio de uma família real do clã Shakya em Lumbini (actualmente no Nepal) com o nome Siddhartha Gautama há cerca de 2.500 anos. Apesar da educação privilegiada e do isolamento do mundo no sentido de ser protegido do sofrimento, Siddhartha "acordou" da sua protegida vida ao testemunhar que a vida inclui factos como a velhice, a doença e a morte. Assim, partiu do seu palácio numa busca espiritual pela Verdade da vida e da morte e do fim do sofrimento. Adquiriu grande habilidade na meditação com diversos professores até assumir práticas ascéticas baseando-se na crença de que só podia libertar o espírito se castigasse o corpo físico. Tornou-se tão decidido nestas práticas austeras que quase o levaram à morte. Percebendo que ainda não havia resolvido o mistério da vida e que a verdadeira compreensão estava ainda muito longe, resolveu abandonar o caminho do ascetismo e confiar na sua intuição. Sentou-se debaixo de uma árvore prometendo que ali iria ficar até entender a Verdade. Após 40 dias, Siddhartha alcançou a liberdade máxima, a iluminação, o estado de ser cujos budistas acreditam ir além de qualquer outra coisa no mundo, a libertação do ódio, da ganância, da ignorância e o preenchimento total pela sabedoria, pela compaixão e pela liberdade. A iluminação oferece uma visão profunda da vida e sobre as causas do sofrimento humano. Siddhartha, agora Buda, decidiu então ensinar o que tinha visto e compreendido. Durante os 45 anos seguintes percorreu grande parte da Índia divulgando os seus ensinamentos, que por sua vez os seus discípulos deram continuidade até ao presente.

Apesar de iluminado, Buda não se considerava uma divindade ou um homem santo. Via-se como um ser humano que através do seu esforço de coração e mente, conseguiu transformar todas as suas limitações. Afirmou que todos somos potenciais Budas e que devemos sempre questionar os seus ensinamentos e confirmá-los pelas nossas próprias experiências. Uma característica não-dogmática do Budismo que ainda hoje se mantém.



O que é um japamala?

Um japamala é um colar ou pulseira de contas que serve como instrumento de meditação e recitação de mantras.

É uma palavra do idioma sânscrito em que Japa significa repetição e Mala colar ou cordão de contas.

Provém da Índia e a sua utilização teve origem no Budismo e no Hinduísmo, tendo ficado conhecido globalmente como terço budista ou simplesmente terço espiritual.

Com uma poderosa simbologia, o japamala é constituído por 108 contas, ou divisões deste número, que representam os 108 nomes sagrados da Força Criadora, mas também os 108 principais Nadis (canais de energia).

Pode ser encontrado em 4 estilos: 108, tibetano, zen e mantra cujas diferenças se encontram nas divisões e disposição das contas.

O início/fim do Japamala é marcado por uma conta distinta, de nome Meru ou Guru, de onde pode sair um pendão (Tassel), um símbolo sagrado, uma figura divina ou uma combinação de vários destes elementos.

Tradicionalmente são constituídos por materiais naturais como madeiras, pedras e sementes que contêm inúmeras propriedades terapêuticas que oferecem diversos benefícios à saúde física, emocional, mental e espiritual, o que faz com que seja um objecto muito apreciado e utilizado por todo o mundo e por qualquer pessoa.

Embalagem
Contém instruções de uso do Japamala
Contém saco de protecção (quando o Japamala não está em uso)

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